terça-feira, 6 de março de 2012

Evolução ou extinção.

Este é o dilema de todos os seres vivos. Alguns, mais adaptados, conseguem sobreviver por mais tempo. Outros, não.

Pássaro Dodô. Aquele bicho gordo e tolo, que nós conhecemos da "Alice no País das Maravilhas". Vivia gordo, tolo e feliz nas Ilhas Mauricio, até a ilha ser descoberta em 1505. Gordo e tolo virou presa fácil do ser humano. O último morreu (feliz?) em 1681.

O mesmo acontece com os seres humanos. Podemos vir a ser extintos de verdade, se não cuidarmos de nosso habitat. Os conservacionistas falam em "salvar o planeta". Com certeza, ele sobreviverá a nós. É uma questão de sabermos até quando, nós estaremos nele.

Com as profissões, o mesmo ocorre. Ainda é possível existirem fábricas de velas? Claro! Porém, não da mesma forma e no mesmo volume que existiam antes de ser inventada a lâmpada elétrica.

Delfim Neto disse: "A empregada doméstica, infelizmente, não existe mais. Quem teve este animal, teve. Quem não teve, nunca mais vai ter". A escolha das palavras foi extremamente infeliz. Mas, o sentido está correto. E será bom para os dois lados: um lado da estrutura social deverá abandonar o espírito de senhor feudal, porque haverá oportunidade de desenvolvimento social para que o outro lado se qualifique e não precise ser servilizado.

O problema brasileiro é fazer isto por linhas tortas. A empregada doméstica de um conhecido pediu demissão. O motivo alegado foi: "Não preciso mais trabalhar. Meu marido foi preso e eu agora recebo Auxílio Reclusão de mais de R$ 600,00".

Já imaginou se os políticos brasileiros vierem a ser presos? Quanto será que teremos que pagar de auxílio reclusão para as famílias deles? Não pode dar certo.

Seremos nós os próximos Pássaro Dodô?

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