Eu tinha a intenção de começar o blog, contando um pouco sobre o jantar que o originou. Após concluir a configuração e antes de inciar o primeiro post, resolvi ir buscar um DVD para assistir nesta tarde de sábado.
Porém, fui atropelado pela realidade e tenho a oportunidade de abrir com chave de ouro.
A titular da Blockbuster é minha mulher. Isto nunca foi problema. Sempre foi suficiente apresentar a carteira para poder retirar o filme desejado. Desta vez foi diferente. A atendente pediu minha identidade e foi consultar um outro computador. Após alguns minutos, ela voltou e disse que não havia nenhum dependente cadastrado. Vendo que não adiantaria discutir, eu me propus a abrir uma outra conta em meu nome. A atendente nem piscou e emendou: "Um comprovante de residência, por favor". Foi quando eu desisti, fui a outra locadora, localizada a 2 quadras de distância e na qual sou o titular, e retirei o filme escolhido.
A Blockbuster perdeu o valor de uma locação. Quantas mais não estará perdendo por pedir um "Comprovante de Residência" para candidatos a novos clientes? Por que precisa ser assim? Não basta que eu informe meu endereço? Posso até supor que se este blog fosse suficientemente importante, algum representante da empresa apresentaria uma explicação perfeitamente válida para esta exigência, à luz de algum fator conjuntural, contratual, tradicional, espiritual e etcétera e tal.
Mas não consigo engolir isto. Nada será capaz de me convencer que uma empresa não ganharia muito mais, descontaminando seus processos deste tipo de ranço cartorial.
E lá vamos nós para o século 20.
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